Acervo Musical trocou o endereço!

30 03 2010


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Weekend’s Clip: “Valentino”, de Diane Birch

26 03 2010

Novidades no Acervo Musical!

Para anunciar uma das novas propostas do blog, algumas perguntas: quem nunca teve um clipe favorito? Quem nunca ficou pensando em como o diretor teve aquela ideia brilhante? Por que o cantor gravou o clipe dessa música e não de outra?

Foram essas questões que nos levaram a pensar numa nova seção para o blog: “Weekend’s Clip“. Aqui você irá conferir os mais falados videoclipes da atualidade e do passado, sempre às sextas-feiras!

Hoje, começamos pelo famoso clipe da atualidade “Valentino“, de Diane Birch. Diane nasceu no estado de Michigan, nos EUA, e passou sua infância em Zimbábue, na África, de onde tirou algumas de suas influências, as quais podem ser identificadas em “Valentino“. Seu mais novo clipe é quase uma obra-prima de sincronia e ensaio (além da ótima batida, lembrando muito KT Tunstall. Aqui você pode ter acesso ao interessantíssimo “making-of” de “Valentino“.

twitter.com/cadu_macedo





LSXX: “Back to Black”, de Amy Winehouse

21 03 2010

Tempos de estréia no Acervo Musical! Finalmente decidimos abrir uma das seções especiais do nosso blog: “Legados do Século XX“. Nesse post especial, nós vamos falar sobre os álbuns e as bandas/cantores que realmente carregam por toda a sua carreira o verdadeiro legado do século passado.

Para começar, escolhemos o álbum que fez com que o verdadeiro soul (ou jazz, ou R&B) voltasse de vez às paradas musicais. “Back to Black” (2006), de Amy Winehouse, traz composições fortes e seguras, além de uma temática, por vezes, alternativa e bem estruturada.

Amy é britânica e cresceu nos subúrbios de Southgate. Sua vida foi sempre regada ao som do jazz, gosto musical do pai, e às influências do próprio bairro onde morava. Logo nos meses seguintes à sua estréia, a britânica foi comparada a nomes como Macy Gray e, nada mais, nada menos que Ella Fitzgerald, a grande primeira-dama do jazz mundial.

Estreou com “Frank” (2003). Mas foi em “Back to Black” que Amy aplicou o que tinha de melhor a oferecer. O álbum alcançou a 10ª posição na Billboard Hot 100 em 2006. Ganhou o “Record of the year”, “Song of the year (Rehab)”, “Best new artist”, “Best Female pop vocal”, “Best pop vocal album” no 50th Grammy Awards sendo a artista a conquistar a maior quantidade de prêmios daquele ano.  Lembrando que todas as canç~es são da autoria de Amy.

***

1. Rehab – Mais conhecida do álbum (mas não a melhor, na minha opinião), “Rehab” fala de uma garota viciada que luta pra que os parentes não a coloquem numa clínica de reabilitação. Com uma ótima melodia e uma letra “intrigante” (ótima, nesse caso), alcançou o 3º lugar na Billboard de 2007/2008. Sim, ela é autobiográfica. (ouça aqui)

2. You Know I’m No Good – Segundo single, é a melhor junção de R&B e jazz já feita. Uma das melhores músicas do álbum, conseguiu o 4º lugar nas paradas do Reino Unido. Fala de uma menina dizendo porquê não presta. (ouça aqui)

3. Me & Mr. Jones – Totalmente old jazz style. Se Ella Fitzgerald estivesse muito high, cantaria essa música. Fala das confusões do amor nos dias de hoje. Recomendo! (ouça aqui)

4. Just Friends – “Quando é que nós vamos arranjar tempo para sermos apenas amigos?”. É isso que Amy pergunta ao seu affair durante toda a música. Último single promocional do álbum, “Just Friends” parece ser gravada em vinil, totalmente excelente. (ouça aqui)

5. Back to Black – Com um piano forte, a cantora introduz outra briga de casal. Ao mesmo tempo em que o amor dela volta para uma outra, “Amy” volta pro luto dela. Ótima música. Mereceu ser canção-título. (ouça aqui) (letra)

6. Love Is A Losing Game – Aqui voltamos ao jazz clássico. Não que esta música pareça antiga, mas o fato de ter apenas alguns instrumentos na sua composição e de utilizar principalmente essa guitarra “chorosa”, Amy acerta de novo na tracklist do seu álbum. Uma das melhores. Recomendadíssima. (ouça aqui)

7. Tears Dry On Their Own – A partir daqui você tem a certeza de que Amy Winehouse estava com uma dor de cotovelo enorme. Bem básica, mas ótima. (ouça aqui)

8. Wake Up Alone – Outra de old-style. Parece que a música foi composta justamente para a voz de saudade, de choro. Uma das melhores do álbum, “Wake Up Alone” também fez muito sucesso. Recomendo! (ouça aqui) (letra)

9. Some Unholy War – Básica, mas com suas pitadinhas de inovação. Vale a pena conferir. (ouça aqui)

10. He Can Only Hold Her – Melhor canção do álbum! “He Can Only Hold Her” junta, justamente, o antigo com o novo. Guitarra, piano, contrabaixo, bateria, sax alto, sax tenor, trompete, enfim, tá tudo aqui! O melhor é que a mixagem dá justamente um ar “anos 2000“, deixando a música totalmente na nossa época. Vale muito a pena conferir! Extremamente recomendada! (ouça aqui)

11. Addicted – Faixa bônus de algumas edições. Muito boa! (ouça aqui)

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